Texto produzido por Daniel Evangelista
SEGUNDA FASE PAE.CESE – 01 e 02.04.09 – SALVADOR.BA
REDES: FOQUIBA, PUXIRÃO, GIAS, REJU, APOINME, RMERA E RMNE
31.03.09
TARDE
Assessoria Sistematização com Mara, Caju, Lucyvanda e Projetos Giar e REJU.
01.04.09
MANHÃ
Dinâmica de abertura. Escrever característica pessoal mais marcante. Procurar alguém que imagina que tem característica semelhante. Procurar quem tem característica diferente. Juntar-se ao mesmo projeto e assessor. Apresentação ao grupão. Registrar os avanços e dificuldades: Pés = avanços e Pedras = dificuldades
REJU:
Pedras = falta de recursos; falta de comprometimento de algumas inst promotoras; longas distâncias; falta de web e Internet;
Pés = criação de novos grupos; diversidade de participantes; percepção dos participantes de uma ação pelos direitos juvenis; fóruns da juventude; reconhecimento por outras redes; despertamento e reconhecimento de novas lideranças; criação do site; mobilização
Constatações de todos: tem mais passos que pedras; a comunicação pra dentro e pra fora apareceu muito; apesar da diversidade, todos caminham pra mesma direção; presença de etnia e gênero nos passos; surgimento de novas redes às já existentes.
Apresentação da programação
COMUNICAÇÃO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL - Verena Glass
Roteiro de apresentação dos participantes:
· Básico da comunicação interna
· Básico de falar com público alvo
· Básico de um perfil na web
Fala Geral: A maioria não tem site ou blog. Usam endereços de terceiros.
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- A comunicação ainda se dá, mesmo cara e com dificuldades de contato, pelo celular;
- O material em sua maioria se dá por publicação impressa;
- Há falta de assessoria de imprensa ou assessoria compartilhada.
REJU: - Não previmos no planejamento e orçamento a importância da construção do site e Internet, pois a REJU no seu cotidiano depende demais destes instrumentos. Todos os jovens das coordenações regionais tem MSN e e-mail, mas não significa que todos tem facilidades para o seu uso. Há reuniões mensais pelo MSN das coordenações regionais, com muitas faltas, pelas dificuldades de acesso. Todas as reuniões, encontros e jornadas regionais e de coordenação de facilitadores, são registrados em arquivos e são compartilhados nas regiões onde a REJU existe(sul, sudeste e nordeste).O FE Brasil que é promotor recebe todas as informações, relatórios etc. Há pouquíssimo retorno de reação à essas informações.
- O site da REJU está em construção e será editado pelo facilitador nacional, onde estarão, fotos, endereços das coordenações regionais, documentos, relatórios, bibliografias, notícias da REJU e eventos que tratem da questão dos direitos juvenis etc
Proposta de investir os itens publicação regional e nacional em investimento do orçamento, em o site e publicação da sistematização.
Não temos comunicação para fora da REJU e mundo ecumênico, além do FE Brasil. - ATENÇÃO REJU! Listar endereços e-mail e MSN dos participantes das últimas jornadas para envio de correspondência. Incluir instituições na lista regional de instituições que não são da coordenação para compartilhar informações. Ex: CAJU, MTST, Diaconia etc.
Comunicação institucional = perfil da rede, para que se saiba o que vender para a opinião pública em geral. Definir o objeto de trabalho da rede. Pra quem enviar. - Sugestão de parceria com universidades ou organizações de comunicadores, buscando voluntariado, para o exercício de assessoria de comunicação da rede.
- Agências de Publicidade trabalham com pró-bonos e apóiam gratuitamente à redes e campanhas institucionais.
- Quanto mais estiver preparado o assessor ou representante estiver informado sobre o tema da rede ou assunto a ser divulgado, melhor a informação será respeitada.
- Ter uma lista de personalidades (historiador, pesquisador etc) ou instituições (greenpeace etc) que podem dar opinião abalizada.
Direito de resposta não tem funcionado para as redes e movimentos, principalmente, quando é uma exigência da lei. - A denúncia é importante mas precisa estar bem calçada em dados e fatos difíceis de serem questionados.
Oportunidades que podem ser aproveitadas: - Mulheres quilombolas de Conceição das Crioulas, 250 km de Recife, PE, que se impuseram na comunidade pelo futebol feminino. Matéria repleta de referências históricas e depoimentos de meninas que jogam futebol, mas que atuam nas lutas políticas do quilombo: horta comunitária e orgânica, artesanato, escola até o ensino médio no quilombo, biblioteca etc – Esporte Espetacular – 08.03.09 – TV Globo.
Ø Comentários: A pauta escolhida para um programa de esportes, com um roteiro com tantas abordagens, com conteúdos consistentes; importante divulgar a matéria como ferramenta para discussão da questão quilombola.
Ø Poder das mídias: Em revista: aprofunda as matérias
Em jornal: cabe denúncias e manchetes imediatas
Em TV: puxa para o debate e continuidade
Tarefa por projeto:
Listar possibilidades de matérias/pautas (denúncias ou situações positivas) e veículos possíveis, regional ou nacionalmente:
Pauta = assunto que pode render matéria jornalística
REJU
Dia 21 de janeiro (Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa
Juventudes do candomblé e cristãos, juntos na luta pelos direitos juvenis
Veículos: Correio da Bahia e TV Bahia ( regional), Jornal O Globo, Revista Época e TV Globo (nacional)
Educação não é só na Escola!
Denúncia à restrição do uso do passe livre pelos estudantes do RJ,
somente para irem à escola, não podendo utilizá-lo para ir aos
cinemas e teatros.
Veículos: TV Brasil e Canal Futura
02.04.09
MANHÃ
Exibição do vídeo da série Globo Ecologia : Os Faxinais, PR
CAMPANHA NACIONAL PELO DIREITO À EDUCAÇÃO – Daniel Cara - “Educação de Qualidade para Todos e Todas”.
Nasceu em 1999, começando no Brasil, tendo repercussão internacional “Educação para Todos em Risco”, com doação de recursos do países ricos aos pobres.
Brasil é o fundador da campanha na A.Latina e acompanha em 55 países. - Campanha de 2009: “Ler e Escrever o Mundo”.
Amigos Curi = amigos da corte (suprema corte). Parecer em termos jurídicos, como um conselho da corte, que não defende diretamente a causa. Existem comitês regionais, com dificuldade de chegar à região norte e Paraná. Ação maior no Congresso, junto aos deputados e senadores.
Conquistas: vitórias no Fundeb(inclusão das creches); membro da comissão nacional das conferências Conae e Coneb; espaço na mídia, fala, principalmente; manutenção do protagonismo, com a entrada de “Todos pela Educação” pelos empresários; maior amplitude nos direitos educacionais e educativos.
Entre as estratégias da campanha está a comunicação: publicações, alertas, releases, reformulação do site, blog. Procurar fazer a formação de atores sociais. “ Quando Novos Atores Entraram em Cena” , Eder Sater.
Ø CAQ = Custo aluno e qualidade
Ações:
Ø Agilidade de acompanhamento e divulgação de pautas políticas;
Ø Produção de informação de maneira ágil e consistente;
Ø Realização de atos públicas e instrumentos de mobilização
Inovadores.
Comunicação na Campanha:
Ø Promover a conexão, o encontro e a troca entre os(as) integrantes da Campanha;
Ø Disseminar conhecimentos e informações estratégicas;
Ø Dá visibilidade pública aos posicionamentos políticos.
Comunicação sozinha não resulta em conquistas:
Ø Mobilização de massas é (quase) impossível. Quando as massas conquistam direitos, deixam de lutar;
Ø Luta pela hegemonia da informação;
Ø Opinião pública ganha densidade;
Ø Paradigma imagético (“Greenpeace”).
A Comunicação na Campanha:
(produtos, processos e ações)
Ø Página na Internet;
Ø Boletim eletrônico mensal;
Ø Folder institucional;
Ø Materiais específicos das ações e eventos;
Ø Textos para a imprensa;
Ø Alertas para a rede da Campanha;
Ø Pressão virtual;
Ø Divulgação de posicionamentos públicos.
Campanha 2009: “Ler e Escrever o Mundo”
coordenação@campanhaeducacao.net
sam@campanhaeducacao.org.br
CAMAPANHA NACIONAL PARA ERRADICAÇÃO DO TRABALHO ESCRAVO Verena Glass
ONG Repórter Brasil – www.reporterbrasil.com.br
Foco principal > Produção de conhecimento
Projeto Cadeia Produtiva – investiga todo o trabalho e produção no
trabalho escravo.
Campanha: “Escravo Nem Pensar!” (2005)
Parcerias com prefeituras, para trabalho com professores da rede pública ( uma semana).
Coordenação junto ao Congresso Nacional
Discussão de fundo sobre conceito de trabalho escravo.
Diferenças entre trabalho escravo colonial e contemporâneo.
TARDE
AVALIAÇÃO DO PROGRAMA: DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL
Uso de mapas (réguas) para avaliação em duplas de projetos: FOQUIBA e REJU. Itens de avaliação:
Identidade Coletiva (valores, projetos políticos, visão comum sobre a rede/articulação e sua missão)
PMAS ( Planejamento, Monitoramento, Avaliação e Sistematização)
Democratização interna (liderança múltipla/rotativa, compartilhamento de responsabilidades, processo decisório descentralizado, desconcentração do saber, equidade de gênero)
Reconhecimento público e parcele estratégias (presença na mídia, interlocução com o poder público, capacidade de estabelecer parcerias ou alianças ou alianças com outros atores)
Sustentabilidade financeira da Rede.
Questões compartilhadas entre os dois projetos:
Mídia – não pensar somente na grande mídia, mas nas relacionadas ao projeto e suas relações.
Sistematização – comprometeu o PMAS.
Identidade coletiva – A REJU identifica os seus participantes, a partir da sua origem, como participante da REJU.
Sustentabilidade – Pouco apoio financeiro, além do PAE. Apoios materiais, que não vem em espécie. Interessante para um debate. Gestão de recursos.
Apresentação dos grupos e destaques:
Identidade - voltados para as atividades, em intervalos reduzidos, para evindenciar a identidade coletiva; com o PAE novas dinâmicas, organicidade etc; os conflitos como fator de identidade coletiva; novos grupos ou mudanças de parcerias, ocasionando uma reconfiguração da identidade; complexidade das identidades dos participantes das redes, como desafio diário;
Democarcia interna – aumento de participação das mulheres nas decisões; formação interna da informação visando aperfeiçoar a democracia interna;
Reconhecimento público – apontou maior reconhecimento, a partir dos conselhos, feiras etc; aumento das demandas e sobre-carga de trabalho com as mesmas equipes;
PMAS – não houve muito avanço;
Sustentabilidade – dificuldades na gestão de recursos; postura das agências cada vez mais, de não financiar infra e pessoal; alternativas
Para busca da auto-sustentação (dízimo e venda de materiais e/ou serviços); proposta de discussão entre as redes do encerramento dos recursos do PAE daqui há um ano; algumas já fazem esta discussão, antes do surgimento do PAE; PAE é um diferencial na postura de financiar pessoal e infra-estrutura, diferentemente de outras agências financeiras; diversificar a captação de recursos, para evitar a dependência única e surpresas; cuidado na amplificação de ação das redes, sem a garantia de recursos para acompanhar;
Abrangência geográfica entre os projetos ( Amazônia e Puxirão);
Reconhecimento público – desníveis de identidade nos estados; captar massivamente as ações, o que não quer dizer que todos estão participando igualmente; algumas redes recebem o reconhecimento
mais do que buscá-lo; responder sempre que possível com informações qualificadas; uso dos recursos de assessoria de comunicação, ligadas às redes.
Dinâmica como exercício de compreensão da proposta
NOITE
VISITA AO FÓRUM DE QUILOMBOS EDUCACIONAIS DA BAHIA (FOQUIBA/ PELOURINHO)
hello... hapi blogging... have a nice day! just visiting here....
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